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COP27: Governadores pedirão a Lula desenvolvimento em meio à floresta

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Agropecuária e até mineração mantendo as árvores em pé. Um consenso entre os que não abrem mão das explorações para fins financeiros e aqueles que defendem a permanência da floresta como ativo econômico, recebendo pagamentos pela preservação. O desenvolvimento sustentável é a principal promessa dos chamados "governadores da Amazônia", que tem estande próprio da 27ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP27). Nesta 3ª feira (15.nov), Gladson Cameli (AC), Mauro Mendes (MT), Helder Barbalho (PA), Wanderlei Barbosa (TO) e Marcos Rocha (RO) definiram a forma de trabalho durante um debate sobre como atrair cooperação internacional.

Objetivo que só será alcançado atendendo a principal exigência dos investidores: não desflorestar. Mas, como evitar a prática ilegal. A fiscalização é difícil em um espaço tão vasto. Ocupar respeitando o meio ambiente seria a solução.

"Nós precisamos de uma solução para acabar com as queimadas na Amazônia que passe pela apresentação de um novo modelo de desenvolvimento, que possa conciliar o agro, a mineração, que possa ter a floresta em pé como um ativo econômico, seja para monetização da floresta, para a bioeconomia ou outras oportunidades que floresta pode trazer", disse Barbalho.

O modelo proposto, apesar de estar nos planos da política ambiental de Luiz Inácio "Lula" da Silva, não é a principal causa. Em discursos, Lula sempre cita que, antes de avançar sobre a mata, mesmo de maneira controlada, pode-se simplesmente recuperar áreas já exploradas, degradadas e não utilizadas por agropecuária e mineração.

Os governadores entregarão a Lula, durante visita ao estande nesta 4ª feira (16.nov), uma carta com as propostas que, conforme eles, está baseada em um tripé formado por fiscalização, monitoramento e controle; regularização fundiária e ambiental e produção econômica que passa pela monetização da floresta em pé.

Fonte: SBT News

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