Arrecadação federal ultrapassa R$ 171,2 bi em julho e bate recorde

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A arrecadação federal em julho superou R$ 171,2 bilhões e estabeleceu, assim, um novo recorde para o mês, segundo anúncio feito nesta 4ª feira (25.ago) pelo Ministério da Economia (ME) em coletiva. O montante representa ainda um aumento de 35,47% em comparação com o arrecadado em julho de 2020.

De janeiro a julho deste ano, a arrecadação foi de R$ 1 trilhão, o que corresponde a alta real de 26,11% em relação ao mesmo período de 2020 e ao maior valor para os primeiros sete meses do ano na série histórica, iniciada em 2000. Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, os resultados significam que o país está passando por forte recuperação econômica.

Ainda de acordo com ele, "são cinco meses seguidos com recorde histórico em termos reais, ou seja, não é a inflação. Todos os setores e todas as empresas estão arrecadando melhor". O Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e a Previdência, disse o ministro, foram os principais destaques em termos reais. De janeiro a julho, foram arrecadados cerca de R$ 24 bilhões do IRPJ/CSLL, um dos principais fatores para que o recolhimento das receitas administradas pela RFB no período alcançasse R$ 1 trilhão - alta real de 25,41%.

Em julho, especificamente, a arrecadação das receitas administradas ficou em R$ 156,5 bilhões, o que representa acréscimo real de 29,92%, segundo o ME. Também na coletiva, o secretário especial da Receita Federal, José Tostes Neto, disse que diversas ações de cobrança feitas pelo órgão para recuperar crédito tributário não pago e reduzir a inadimplência -- o que levou a um recolhimento de R$ 62,7 bilhões -- e ações de estímulo à conformidade tributária contribuíram para os resultados dos sete primeiros meses de 2021.

Outros dados apresentados dizem respeito às compensações: houve aumento de 45% no período entre janeiro e julho, e de 26% no último mês.

Fonte: SBT News