Maioria dos macapaenses deve desembolsar R$ 130 por presente de Natal, diz Fecomércio

A.jpg

O macapaense deve gastar, em média, R$ 130 por presente neste Natal de 2021. É o que elenca a pesquisa de intenções de compras da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo no Amapá (Fecomércio-AP). O gasto é R$ 20 a mais do que a média prevista em 2020, que foi de R$ 110.

Apesar do valor previsto ser mais alto, os macapaenses não aparentam estar tão empolgados em ir às compras neste fim de ano, comparado a 2020. No ano que houve o "boom" da pandemia da Covid-19, mais de 85% dos entrevistados demonstraram interesse em gastar com o Natal. Desta vez, o índice foi de 77%.

"Em 2020, os resultados refletiram o momento de otimismo da população, com a retomada das atividades econômicas. Naquele momento tínhamos uma demanda de consumo reprimida que movimentou de forma expressiva o comércio local", pontuou a Fecomércio Amapá.

A expectativa é que as compras movimentem cerca de R$ 27 milhões em Macapá.

Os dados relacionam ainda que 65% dos entrevistados garantem que vão adquirir, em média, 3 presentes. Segundo a pesquisa, a data será comemorada por 93% dos entrevistados.

A Fecomércio indicou também que cerca de 60% dos entrevistados deseja gastar entre R$ 50 e R$ 300 com as compras de presentes de Natal.

Dos que receberem 13º salário, quase metade afirmaram que destinaram ou vão destinar o benefício para quitar dívidas. Os interessados em investir no comércio local com compras de presentes representaram 14%, informou a instituição.

Entre os presentes mais procurados estão vestuário (51%), brinquedos (40%), calçados (30%), perfumaria e cosméticos (22%), e lembrancinhas (16%), sendo adquiridos principalmente com pagamentos à vista, com dinheiro, débito ou PIX (60%), e com cartão de crédito nas compras parceladas (40%).

O centro comercial da capital continua sendo o local preferido para as compras de 60% dos entrevistados; em seguida aparecem as lojas de shoppings centers (20%), compras on-line em lojas de outros estados (13%) e delivery de lojas locais (5%).

Os dados são do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio do Estado do Amapá (IPDC), ligado à Fecomércio-AP, e foram coletados entre os dias 24 de novembro a 13 de dezembro na capital.

Fonte:g1 AP